segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Fazendo um backup...

Quando criança e ainda sob a guarda (e ordens, Hehehe) dos meus velhos fui colocado em aulas de música. Justificável o interesse já que meu pai, em sua infância, tinha estudado algo de música e ainda exercitava algumas execuções. Minha mãe também queria que eu aprendesse teoria musical, nem que fosse para eu ter alguma noção.

Mal sabia ela do mala que estavam criando/nutrindo com esse conceito de dar um pouco de visão de tudo... A curiosidade nunca mais teve limites. Hahahahahaha

Mas voltando ao tema, dava para unir o útil ao agradável, já que muito do meu tempo era gasto em frente à um tecladinho CASIO que, ainda hoje, tem um monte de botões e combinações intermináveis de sons, efeitos e ritmos, e que era uma das formas mais seguras de distrair e consumir o tempo de uma criança. Posso dizer seguramente que eu consumia muitas horas diárias manuseando o orgão. (marca CASIO, modelo MT-65)Hahahahahahaha

Foto recente do teclado encontrada na internet.

Obs.: Quem sabe o que foi o "Fescan 88", digo que este tecladinho esteve lá pagando mico, e obviamente quem estava manuseando ele.

Bueno, as tentativas de me fazer inserir uma formalidade naquele meu método de tentativa e erro até que o que se conseguia estivesse semelhante ao que se ouvia nos discos ou fitas K-7 nunca deram muito certo e na última de três tentativas lembro de a professora ter sido taxativa: "Não tem o que fazer, ele já está viciado no ouvido...", e eu à época não sabia bem o porquê de eu não me alinhar bem com aquela rigidez da teoria musical. Não que naquele tempo me parecesse difícil, parecia condizer com minha faixa etária, mas era uma metodologia que não caía bem para minha ansiedade em produzir algum efeito sonoro satisfatório.

Obs.: Apenas para contextualizar melhor, essa última tentativa se deu por volta dos meus 7 ou 8 anos, e hoje, mais maduro, penso que minha debilidade visual pode ter afetado minha capacidade de ver aquele monte de bolinhas e traços no pentagrama que na ocasião e sem muitos parâmetros pode ter sido o grande obstáculo oculto para minha aprendizagem.

Mais adiante, lembro de ter revisto esse estímulo/vontade que eu aprendesse teoria musical de minha velha pois, num meio de conversa, ela me disse: "Filho, tem que aprender a ler partitura, pois quando a memória falhar tu ainda pode ler as partituras..." e eu, na arrogância e, ainda, impaciência da minha adolescência, acabei não dando ouvidos pois achei que poderia continuar confiando nestes agora já traidores ouvidos e na minha memória também já não tão fiel, mas que até então eram mais apurados e confiáveis.

Resultado, hoje com alguns anos/obrigações a mais e prática de menos, percebo nitidamente que as memórias, conscientes ou musculares, e reflexos já não são os mesmos e, obviamente, tenho receio de que a coisa apenas vá piorando.

Bueno, como águas passadas não movem moinhos e quando não prevenimos temos que remediar, resolvi fazer essa postagem e algumas outras que possam vir com o tempo (se disponível) justamente buscando ainda a memória que esteja fresca na cabeça para facilitar o recordar.

É... A idade não vem sozinha e temos que ter humildade para reconhecer muitos dos novos limites que nos são impostos pelo tempo, por isso como bom profissional de T.I. caso, e bem mais futuramente espero, quando tudo mais falhe ainda fica o Backup, nem que seja em vídeo. Hehehehe



Obs.:  Mais uma vez sou obrigado a concordar com Fito, (sempre sou bem íntimo em minha citações à ele Hehehehe). Numa entrevista perguntaram sobre como era o processo de composição de suas músicas e ele fez uma explicação sobre o seu processo de aprendizagem musical no qual ele não se encaixava à metodologia teórica, e que pensava que por isso teve uma composição (Cadaver Exquisito) que passou 6 meses trancado numa parte antes de chegar à uma conclusão sobre como terminá-la, e encerra o relato dizendo: "Eso te pasa por no tener metodo..."

Abraços.

sábado, 30 de julho de 2016

Dando um pouco de atenção para o pátio.

Já fazia algum tempo que eu não postava nada que eu tivesse "metido a mão na massa" e feito com minhas próprias mãos (quase poético, hehehe), mas hoje resolvi fazer algumas coisas em casa, mais especificamente relacionado ao pátio, que por conta da correria do dia a dia acaba ficando meio abandonado.

Bueno, mas já faz algum tempo que eu fiz um caminho de alvenaria justamente com o pretexto de deixar um trajeto mais limpo para uma parte mais retirada do pátio e também separar uma parte do pátio que eu pudesse num futuro não muito distante dar uma ajeitada com gramado, pois bem o dia chegou e peguei o danado do canto. (Obs.: agora, pensando bem, acho que não fiz a postagem da construção desse caminho e da parte de alvenaria da nossa "guarda", mas bueno, se for o caso depois localizo algumas imagens e posto aqui.)

Voltando ao assunto do gramadinho novo, postei aqui as fotos em duas colunas para que fique clara a evolução do mesmo ponto de vista em cada uma das colunas.

As duas primeiras fotos mostram o estado que o tal canto estava.

 

As próximas fotos já mostram a limpeza do pasto, que também já começou a receber um preenchimento de terra para deixar mais nivelado.

 

Aqui aparece a área finalmente completa de terra nova para início da colocação da grama.

 

Aqui já é o inicio da colocação de grama com transplante de uma palmeira que foi retirada do matagal que estava antes (dentro do balde).

 

Aqui podemos ver a área já completa com algum espaço entre os quadros de grama, que segundo recomendações da floricultura deveriam ser deixados.

 

Finalmente, o trabalho concluído e a grama já molhada, pelo que verifiquei preciso seguir molhando por mais alguns dias para que "ela se firme no local".

 

Então, finalmente, depois de uma tarde de trabalho a diferença fica clara entre o que estava e o que ficou:

 

 

Parece que ficou um pouco melhor e tirando a canseira não é difícil, espero que o negócio vingue. ;)

Ahh, o tipo de grama utilizada foi do tipo "esmeralda" e a quantidade foi de 6m²(para melhor contextualizar, 1m² equivale a 4 quadros de grama).


quinta-feira, 2 de junho de 2016

É culpa de quem??? (Um ponto de vista)

Obs.: Esta é uma pequena e superficial "análise fenomenológica das ações". (Estava ansioso para usar essa expressão depois de uma interessantíssima cadeira de Ética que cursei em meados de 1995 na Argentina, e que sem dúvida nunca vou esquecer.)

Não querendo defender nem acusar ninguém, mas aos que acham que crimes são culpa exclusivamente dos carrascos e praticantes do "golpe de misericórdia" recomendo o filme "A Morte lhe Cai Bem" da década de 80, neste filme podemos ver nitidamente e de uma forma divertida as consequências de se tomar iniciativas exclusivamente movidas por interesses particulares e egoístas, sem se pensar nas consequências e à beira da bestialidade. Onde o "carrasco final" (morte) é tirado da equação da existência.

Apesar do filme brincar com a imortalidade na vida real somos mortais, mas igualmente e durante essa nossa jornada temos que preservar nossas "carcaças" da melhor forma possível. Por isso, tenha resposabilidade com seu corpo ou arque com as consequências de viver sua "vida loca" num mundo inconsequente como o nosso, pois por mais que "culpados" sejam punidos, e não digo que não devam ser punidos pois também são consequências de seus atos, e realmente penso que devam ser responsabilizados mas isto é sempre consenso geral; as marcas, físicas ou psicológicas, da violência serão levadas conosco até o fim, gostemos ou não.

Parte da nossa característica (e compromisso) como ser humano (evoluinte), e que aparentemente nos difere dos outros animais, é consciência do mundo que nos rodeia e isso envolve também a
consciência dos riscos de se estar vivo, como diria Fito.

Preserve-se, acima de tudo partindo pela manutenção de sua consciência.
  • Ao levantar da cama, esteja consciente da possibilidade de cair ao chão;
  • Ao levantar o martelo, esteja consciente da possibilidade de bater o dedo;
  • Ao levantar uma arma esteja conscinete da possibilidade de acidentalmente puxar o gatilho;
  • Ao andar em alta velocidade, mesmo na preferencial, esteja conciente da possibilidade de alguém cortá-la por não ter o adequado ângulo de visão para detectá-lo em virtude de SUA velocidade indevida;
  • Ao beber demais, esteja consciente de poder causar acidentes de trânsito;
  • Ao perder a consciência, esteja consciente de que pode encontrar boas ou más pessoas diante de seu corpo inconsciente, o que pode ser vantajoso ou desastroso;

"Shits happens..."

Em todos esses casos podemos achar culpados diferentes de nós mesmos, mas como fica nossa consciência em saber que nossa parcela de culpa foi despejada em outro?

Como fica nossa consciência?

Consciência?
  • Consciência...
  • Consci...       ...nha
  • Cons...       ...gonha
  • Co...       ...ergonha
  • Vergonha... 
Talvez esse seja o verdadeiro motivo da perda da consciência como alarme de nossos limites e o real contraponto ao fato de estarmos sempre procurando culpados para os problemas; ao fato de ao colocarmos a culpa exclusivamente nos outros mostramos nossa firmeza ao acusar e ocultamos nossa fragilidade ao não precisar assumir.

"Imagem imaculada e forte de êxito, de sucesso..."

Mas e nossa consciência?

O que nos dá consciência? (Reflexões para outra postagem)  ;)

Para finalizar a sugestão da música que de alguns anos pra cá foi marco para toda essa minha reflexão, coincidentemente de um Argentino e que sempre estabeleço paralelos com as broncas do nosso dia-a-dia.

"... hablamos del peligro de estar vivos..."



Abraços.


segunda-feira, 25 de abril de 2016

25/04 - DIA NACIONAL DE COMBATE A ALIENAÇÂO PARENTAL

Seis anos atrás o assunto foi batido e rebatido por força de uma lei que estava sendo aprovada, inclusive foi tema temporário da novela "Salve Jorge", em horário nobre da Globo, onde um pai fazia terrorismo psicológico com seu(ua) filho(a) por conta do rompimento de relação com a mãe deste, ganhou até dia especial (25 de Abril).

Com o passar do tempo as coisas foram esfriando, o assunto voltou ao esquecimento da sociedade. Como novamente chegou o dia, deixo um texto da senhora Maria Berenice Dias, jurista de renome e de forte atuação no judiciário gaúcho em Direito da Família, sobre alienação parental, tradições e papéis de genitores, para nossa reflexão.

"O DIREITO DOS FILHOS A SEUS PAIS

Maria Berenice Dias, Advogada

Ser mãe é desdobrar fibra por fibra o coração. Ser mãe é padecer no paraíso. Estes versos de um poema de Coelho Neto retratam toda uma cultura sexista que enaltece a maternidade como o mais importante ponto de gratificação da mulher. Foi o que sempre lhe ensinaram. Ela precisa querer e gostar de ser mãe. É algo tão sublime que deve ser seu único sonho, sua realização plena. Essa crença é estimulada desde muito cedo. Quando nasce, a menina ganha um número sem fim de bonecas, de todos os feitios e tamanhos. Com elas, uma parafernália de apetrechos, para atender às necessidades iguais a de uma criança: fraldas, bicos, mamadeiras, carrinhos, roupinhas, caminhas. Os bebês parecem de verdade: choram, mamam, fazem xixi. Isso demanda muitos cuidados, que as mamães são obrigadas a atender. Afinal, precisam ser responsáveis por seus filhinhos! A fim de referendar as obrigações femininas para com seus filhos, chega-se a falar em instinto maternal; como se o vínculo tivesse origem animal. Isso, mais a glorificação do Dia das Mães - promovida por interesses puramente comerciais -, acaba transformando a mulher em verdadeira mártir, com a única missão de ter filhos, criá-los e sacrificar-se por eles. Esse aprendizado, ou melhor, adestramento a que a mulher é submetida, faz com que ela sinta-se dona dos filhos. Assim era quando criança, com suas bonecas. Além do dado cultural, há o respaldo biológico. O filho se desenvolve no ventre materno. A mãe o amamenta depois do nascimento. Claro que só pode sentir que o filho é uma propriedade dela. Enquanto isso, os meninos nem podem chegar perto de bonecas. Elas são arrancadas de seus braços, sob o argumento de que é “coisa de mulherzinha”, manifestação que revela o verdadeiro pavor à eventual possibilidade de o filho vir a se tornar homossexual. Eles acabam mandados para a rua, com suas bolas, carrinhos e todo um arsenal de armas, para brincar com os amigos. Precisam aprender a ser fortes e competitivos. Por isso, não podem chorar e nem levar desaforo para casa. A eles é imposto um dever, com a afirmativa: “seja homem!”. Esse quadro acaba refletido na atuação da lei e de seus aplicadores. Quando ocorre a separação do casal, sequer é questionada a possibilidade de os filhos não ficarem sob a guarda da mãe. Ao pai é imposta a obrigação de pagar alimentos e são deferidas escassas oportunidades de visitas - em dias e horários previamente estabelecidos. Ele torna-se refém da vontade materna. O eventual inadimplemento do encargo alimentício sujeita o pai à cadeia. Já o descumprimento do direito de convivência por parte da mãe não costuma ter qualquer consequência. Nem mesmo uma guarda compartilhada e a alienação parental retiram da mãe o poder absoluto sobre os filhos. Na maioria das vezes os juízes não impõem a guarda compartilhada, quando não é respeitada. Limitam-se, singelamente, a homologá-la, diante do consenso entre os pais. A Lei da Alienação Parental é clara ao definir condutas e prever sanções a quem impede a convivência dos filhos com ambos os genitores. Mas a justiça ainda resiste. A dificuldade de reconhecer como abusivas as posturas aparentemente protetoras não é somente dos juízes. Também os profissionais das áreas psicossociais, com base na teoria da divisão tarifada das chamadas funções maternas e paternas, não conseguem identificar que estão frente à implantação de falsas memórias. Atestam indícios de abuso, de forma precipitada e irresponsável, somente pelo relato da mãe e por escassos contatos com a criança. Com tal prova, o advogado socorre-se da justiça. O juiz, por medo de desatender ao princípio da proteção integral, sumariamente suspende as visitas, sem sequer ouvir o outro genitor. Obtido o resultado almejado, é fácil protelar o andamento do processo. E a prova de fatos negativos – como a inexistência de práticas abusivas – é quase impossível. A demanda se arrasta. Com a interrupção da convivência, rompem-se também os vínculos de afeto. A criança, fragilizada pela separação dos pais, tende a confiar e a acreditar naquele com quem convive. O medo de desagradar e “trair” o genitor que obtém a guarda faz com que repudie o outro, ainda que o ame. Passa a ser um dilema, que ela procura contornar - em sua inocência -, dizendo que “não gosta, não quer ver”. É o jeito encontrado para reprimir a dor da perda. Essa crise de lealdade a acompanha ao longo da vida. É uma realidade perversa. Não há mais espaço para omissões. Nem dos pais, nem de juízes, promotores, advogados, psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais. São todos responsáveis por atentar ao melhor interesse da criança e do adolescente, que têm o direito constitucionalmente assegurado à convivência familiar, com ambos os pais, mesmo que em espaços diferentes. O fim de uma relação, como o casamento, não implica privar o filho dos cuidados de quem o ama. É necessário assegurar a formação da identidade e a construção da personalidade de forma plena. Certamente estes são os ingredientes indispensáveis ao direito fundamental à felicidade. Um direito de todos e de cada um!"


Neste texto ela fala mais especificamente da relação tradicional, de pai e mãe mas com o passar do tempo novos cenários se apresentam, ainda não temos informações sobre como as relações homoafetivas se apresentam em situações de rupturas desse tipo, mas certamente onde há alguém sentindo-se lesado, há alguém predisposto a utilizar de artifícios como estes, vitimizando-se perante às crianças.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Pensamento de hoje: Você tem fome de quê?

Se me permitem uma parte nesse debate todo que está rolando, estava eu a pensar com meus botões e cheguei a uma conclusão (por enquanto) que a verdade nua e crua é que todos, sem excessão, sejamos de direita à esquerda, de norte à sul, de positivo à negativo, de homo à hetero, de multi à mono, de masculino à feminino, de infra-vermelho à ultra-violeta, de um extremo à outro, no fundo no fundo estamos em busca da defesa de nossos interesses próprios, e quando estes começam, desse fundo, vir à tona trazendo em si o esboço do egoísmo começamos a querer fantasiá-los com adereços mais nobres para que sejam mais agradáveis ou toleráveis aos demais, é da natureza humana. Ou vão me dizer que mesmo os melhores benfeitores no fundo de sua benfeitoria não estão satisfazendo sua própria necessidade ou ego de se sentir útil ao passivo de sua ação?

Vamos ao cenário político atual, por mais belos que quaisquer sistemas sejam e na teoria o são (o papel aceita tudo), sempre são aplicados por seres humanos e estes são corruptíveis e corruptores e todos têm seu preço e seus interesses.

Não concorda? Não acha que todos temos nossos limites? Que todos temos nosso preço? Talvez sua escala de valores não admita o preço monetário, talvez sua corrupção desse-se como fruto de algo diferente como uma chantagem pela vida de um filho(a), de um pai, de uma mãe; e neste ponto, se você ceder, é que se chegou à seu limite e a seu preço, e no peso da balança o correto deixou de ser valioso diante do "bem" recebido em troca, neste exemplo mais drástico é a vida deste ente querido e, ainda assim, podemos achar o motivo egoísta intrínseco neste "use-case" que é da perpetuação de sua espécie ou preservação de sua ligação com seu passado, ou não, talvez seu interesse pessoal, particular e egoísta poderia desconsiderar a chantagem e mostrar aos demais o quanto você é incorruptível e algum dia um xeque-mate contra sua imagem indeturpável o colocaria contra a parede definitivamente.

Aí pergunto, em tempos de oposições ferrenhas e conflitos iminentes, pelo quê estamos realmente lutando? Quanto custa a mobilização pelo que você está lutando? Quanto queremos fantasiar nossos motivos mais egoístas para torná-los mais "nobres"?

Nos tempos atuais muitos vão dizer, "O custo da minha mobilização seja por A ou por B é a garantia de um país melhor para o meu filho(a)..." Ainda não acho suficiente, pois de uma decisão para outra de governantes a coisa pode degringolar e a garantia se foi "pelo ralo". O futuro melhor para nossos filhos vai se dar pela continuidade de um trabalho de honestidade, retidão e moralidade, pois atualmente e legalmente todos sempre tem a tal desculpa que fizeram as coisas dentro da lei, mas e dentro da moral?

Ai entramos em outro problema, moral segundo o conceito é o que é aceito pela sociedade e não necessariamente legalizado, e como alinhar o interesse de uma sociedade tão diversa e tão fragmentada?

É o eterno conflito entre o legal e o moral e a busca pelo meio termo sem influência do interesse particular.

Adendo:

Enquanto eu formulava esta postagem surgiram novos fatos e que me fizeram rever tudo o que eu tinha pensado e confirmar ainda mais algumas coisas. 

Li ALGUMAS coisas sobre como ALGUMAS auto-denominadas feministas interpretaram o chamamento do nosso ex-presidente "pelas mulheres do grelo duro" e basicamente fico me questionando, como seria a interpretação destas se a tal frase tivesse sido proferida por alguém de seu desafeto? PODERIA ser interpretado como algo extremamente machista e desrespeitoso.

Onde quero chegar é que essa mesma colocação também PODERIA ser vista como uma afirmação de que as auto-denominadas feministas são na verdade "feministas de araque" e que mesmo no auge de seu dito feminismo ainda precisam de um "macho" indicando o que fazerem inibindo o livre arbítrio pregado pela sua bandeira.

As verdadeiras feministas que me desculpem o uso no exemplo, mas foi algo que está em evidência e que ajudaria imensamente na exposição da minha análise.

Não estou julgando a situação, mas a essência do caso e que, a meu ver, se aplica a todas as pessoas.

Bueno, como disse, tudo PODERIA ser interpretado adversamente, pois no fim das contas as intenções e formas de interpretações vão estar sempre sujeitas, no fundo no fundo, ao interesse particular e individual, e por um sentimento egoísta (não no sentido pejorativo da palavra mas no sentido de próprio e particular) de auto-preservação e busca de interesses individuais e particulares. 

Não estou criticando A nem B, apenas buscando consciência sobre os atos, afinal, manipulação e jogo de palavras de todos os lados é a que tudo se resume.

Independentemente de escolhas façamos o esforço possível para não passar por "juguete" de ninguém.

E por isso eu pergunto, e você, tem fome de quê? ;)

sábado, 9 de janeiro de 2016

Dando uma repaginada na Lareira...

Essa é antiga, mas revisando minhas coisas vi que não tinha colocado no catálogo aqui do Blog.

Quando nos mudamos para nossa casa atual, a lareira estava incompleta, faltava uma parte para arrematar a parte de cima, como pedra era um pouco cara para a ocasião optei por fazer um tampo de madeira, seguem as fotos do andamento na elaboração desse tampo.

Esta é a lareira como conhecíamos:


Aqui o corte da chapa de compensado:



Mediçãozinha "in loco" para garantir que não ia sobrar nada de algum lado ou faltar de outro:


Aplainadinha na madeira que ia para as bordas:



Quase pronta:



Aqui como ficou, já envernizada, pintada e com a decoração da patroa:


Mais uma para o catálogo das aprontadas, pra posteridade. ;)

Abraços.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Satisfação de Cliente

Não sei se é o melhor caminho, mas gostaria de disponibilizar a todos um "Fluxograma simples" para resolver problemas com cobrança indevida de operadoras.

Como poderão ver é algo simples e de fácil compreensão e execução.

Com esse processo "simples", "amigável" e "dinâmico" aparentemente consegui resolver o problema de duas cobranças indevidas de operadoras diferentes.

Ao final desse procedimento uma delas me ligou de muito bom grado querendo acertar todos os pingos em i's e de um pacote de serviços que tentaram me cobrar R$ 400,00 e tanto por mês caiu para cerca de R$ 150,00 e da outra de uma tentativa de cobrança de 3 faturas nos valores de R$ 200,00, R$ 47,00 e R$ 90,00 respectivamente mas, apesar de eu querer acertar os pagamentos (de maneira justa), parece que esqueceu que eu tinha algum débito.

Espero que meu nome não apareça em algum sistema de proteção ao crédito por conta desse "esquecimento" deles.

Pelo menos para este cliente garantiu a satisfação temporária.

É uma palhaçada mesmo.

Um abraço.